Há um ano que fomos campeões em França no Euro 2016

| 2017-07-10

Portugal sagrou campeão europeu de futebol em França, frente à seleção organizadora faz hoje um ano. O momento mais importante da história do futebol português. Éder foi o marcador para orgulho de todos nós…

foto mais futebol iol

Foi há um ano que Portugal se sagrou campeão europeu, em França, frente à seleção organizadora. O momento mais importante da história do futebol português, conquistado graças a 23 futebolistas convocados por Fernando Santos. Éder foi o marcador para orgulho de todos nós…  Mas por onde andam os nossos campeões? Mais de um terço dos jogadores que participaram na histórica conquista do Euro2016 teve uma 'ressaca negativa' em termos de utilização nos respetivos clubes, com Renato Sanches 'à cabeça'. O agora médio do Bayern Munique, 31 vezes titular no Benfica, contabilizou apenas nove partidas no ‘onze’ inicial dos bávaros. Também Eduardo, Pepe, Ricardo Carvalho, Vieirinha, Eliseu, João Mário, Nani e Rafa foram menos utilizados nos respetivos clubes, na temporada que terminou, embora por razões diferentes. João Mário, o médio do Inter de Milão, que pode estar a caminho do Paris Saint-Germain, a meio da época, deixou de ser opção regular no ‘onze’ e fechou a temporada sendo titular 23 vezes. O central Pepe, que na passada semana assinou contrato com os turcos do Besiktas, depois de uma década no Real Madrid, teve uma época fustigada por lesões, participou em 18 jogos. Nani foi outro afetado com problemas físicos no pós-Euro2016. O extremo fechou a campanha ao serviço do Valência com metade dos jogos. O mesmo sucedeu com Rafa, que trocou o Sporting de Braga pelo Benfica e acabou por ter uma utilização muito inferior. Já Eduardo deixou de ser titular no Dínamo Zagreb pelo ‘papel’ de terceiro guarda-redes no Chelsea. Enquanto Ricardo Carvalho, que tinha terminado contrato com o Mónaco em 2016, optou por rumar ao futebol chinês, em fevereiro deste ano, e apenas realizou um encontro pelo Shanghai SIPG. Vieirinha e Eliseu também não deram sequência ao desempenho anterior ao Europeu. Os restantes 14 campeões europeus registaram pouca variação no uso em jogos, e mantiveram a utilização que tinham antes do europeu. Em alguns casos, conseguiram mesmo superar o registo pessoal como são os exemplos de Cristiano Ronaldo, Cédric, João Moutinho, Danilo, e Quaresma. Assim como o ‘herói’ nacional Éder, autor do tento do triunfo sobre a França, na final disputada precisamente há um ano, em Saint-Denis, também foi utilizado mais vezes no Lille.

Lusa/ MM

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