Papa quer refletir “trabalho justo”

| 2017-05-01

O processo produtivo tem sempre que respeitar a dignidade humana

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Numa mensagem enviada à Academia das Ciências Sociais reunida em sessão plenária, o Papa Francisco defendeu que é preciso refletir sobre o “Trabalho justo” porque o respeito pelos trabalhadores deve marcar todo o “processo produtivo”, refere o texto enviado à Agência Ecclesia.  

E esclarece que “O trabalho justo é aquele que não só assegura uma remuneração com equidade mas também o que corresponde à vocação da pessoa e, por isso, é capaz de desenvolver as suas capacidades”.

Sua Santidade alerta que o trabalho transforma a pessoa porque “O trabalho não é um mero fator da produção que, como tal, deva adequar-se às exigências do processo produtivo, para lhe aumentar a eficiência. Pelo contrário, é o processo produtivo que tem de ser organizado de forma a permitir o crescimento humano das pessoas, a harmonia dos tempos de vida familiar e laboral”, escreve na mesma nota publica pela Ecclesia.

Ao recordar a Doutrina Social da Igreja, o Papa apresenta a fraternidade como “princípio regulador da ordem económica”.

 

 

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