Cardeal Ravasi diz que Fátima é uma Luz para os crentes

| 2017-06-25

“Em Fátima há um sol que convida à oração” diz o cardeal Ravasi

Cardeal Ravasi

O Cardeal Gianfranco Ravasi, presidente do Conselho Pontifício da Cultura encerrou, o ciclo de conferências que se realizaram no âmbito do Congresso “Pensar Fátima” que decorreu, no Centro Pastoral Paulo VI e terminou no sábado

O Cardeal abordou o tema “Fátima como Promessa”. E adiantou que Fátima continua a ser “uma proclamação de fé”, um “anuncio de paz” e “uma escola de valores” para os cristãos e para os não crentes. Até porque é uma “proclamação de Fé num planeta atormentado pelas guerras; uma escola de pobreza e simplicidade em que a escolha do último é prioritária numa sociedade materialista e também uma escola de valores perante uma sociedade apática”, sublinhou.

O responsável pelo dicastério da Cultura, no Vaticano, adiantou que a “Mensagem assenta na valorização d história da salvação, assente num pedido de oração, de conversão, de reparação e de esforço pela paz”.

“Em Fátima há um sol que convida à oração” frisou o cardeal destacando que “seria uma ilusão pensar que Fátima esgotou a sua vocação profética”.

“A Mensagem de Fátima convida-nos a uma fé incarnada que é histórica e torna-se guia, uma luz para o passo dos crentes”, acrescentou.

Para o Cardeal Ravasi “A mensagem de Fátima é uma mensagem publica que ultrapassa as fronteiras de Portugal chegando a tratar as vicissitudes da sociedade planetária e, embora os profetas falem sempre em contextos precisos, neste caso, esta profecia vai além do presente, mantendo uma ligação com ele. É uma proclamação evangélica de salvação”.

Quanto às Aparições considera que servem para “ajudar a clarificar o significado da revelação ajudando a viver e a reavivar a revelação do Mistério de Deus”.

Citando o bispo de Diocese de Leiria-Fátima, D. António Marto, o cardeal Italiano lembra que as Aparições “são um grito do Céu” para lembrar que  “o coração de Deus é compassivo perante o sofrimento do mundo”.

“O Deus de Fátima é compassivo tal como o Deus do Papa Francisco é o Deus da Misericórdia e do Perdão”; mas é também um Deus “que fica impaciente perante o mal e acolhe o outro, sobretudo o mais fraco, o mais pequeno fazendo tudo para o engrandecer”.

“O Deus de Fátima é profundamente bíblico”, conclui.

 

 

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