Fundação AIS apela à Oração como resposta aos ataques cristãos

| 2017-12-26

Recentemente, registou-se um ataque bombista contra uma igreja no Paquistão, numa altura em que no templo estariam cerca de 400 fiéis a rezar. O ataque provocou pelo menos 10 mortos e dezenas de feridos, sete dos quais em estado crítico.

Antes disso, três catequistas foram assassinados na diocese de Maiduguri, na Nigéria, em consequência de um ataque suicida contra a Igreja de Pulka, que pertence à diocese de Maiduguri, numa altura em que a comunidade local se preparava para acolher o respectivo Bispo, D. Oliver Dashe Doeme.

Também nos últimos dias, cerca de três dezenas de seminaristas foram detidos numa aldeia rural, na Índia, por estarem a cantar cânticos tradicionais de Natal, porta a porta, como é tradição em muitas comunidades cristãs locais. Quando um sacerdote foi averiguar, na esquadra, para onde todos foram levados, o que se tinha passado, o carro do seminário foi incendiado por populares…

Enquanto isto, fez-se a divulgação, por uma associação internacional de advogados, de mais um relatório sobre as atrocidades cometidas pelo regime da Coreia do Norte, também sobre os Cristãos…

São, de facto, inúmeros os exemplos de violência contra as comunidades cristãs no mundo quando nos aproximamos, a passos largos, do Natal.

Perante estes sinais inquietantes, a Fundação pontifícia AIS (Ajuda à Igreja que Sofre) lançou, pela voz do seu Presidente Internacional, um apelo aos Cristãos em todo o mundo para rezarem pela paz. Joannes Heereman, em nome da Ajuda à Igreja que Sofre, pediu as orações de todos, pois “o Deus que se torna pequeno na manjedoura é um Deus da vida, não da morte”.

Heereman falou ainda do perigo de as notícias sobre os ataques e a perseguição aos Cristãos não terem grande eco fora dos meios eclesiásticos, situação que torna ainda mais relevante o trabalho desenvolvido pela Fundação AIS em todo o mundo. “Há o perigo”, alerta o Presidente Internacional da AIS, de que essas notícias “dificilmente tenham um eco fora dos Meios de Comunicação Social da Igreja”. No entanto, acrescenta, “em todo o mundo, os cristãos enfrentam uma pressão verdadeiramente incomparável”.

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