Mosteiro Trapista fundado com 10 monjas italianas

| 2018-01-31

O “Mosteiro Trapista de Santa Maria, Mãe da Igreja” será construído em terrenos doados pela Paróquia de S. Miguel de Palaçoulo

Já está escolhido o grupo de monjas que vai fundar o Mosteiro Trapista de Santa Maria Mãe da Igreja, em Palaçoulo, Miranda do Douro.

No total são 10 monjas provenientes do Mosteiro de Vitorchiano, em Itália, que com muita fé, se disponibilizaram para este sonho de Deus em Portugal, em terras do planalto mirandês, Diocese de Bragança-Miranda. O grupo terá como Superiora a Ir. Giusy e já iniciou a formação em língua portuguesa e da história da Igreja em Portugal.

O “Mosteiro Trapista de Santa Maria, Mãe da Igreja” surge do Mosteiro de Vitorchiano (Itália), pertencendo à Ordem Cisterciense da Estrita Observância (OCSO) também conhecida como “Trapista”, e fundada em 1098. É um Instituto de Vida Consagrada de Direito Pontifício, formado por Mosteiros de Monjas e de Monges.

A erigir no lugar do Alacão, na freguesia de Palaçoulo, em Miranda do Douro, este Mosteiro poderá acolher 40 Monjas e será orientado para a contemplação e culto divino, dentro do recinto, e segundo a regra de São Bento. Na solidão e no silêncio, em oração constante e alegre penitência, oferecem à Divina Majestade um serviço humilde e nobre seguindo a vida monástica tal como determinado nas Constituições da Ordem Cisterciense da Estrita Observância.

O “Mosteiro Trapista de Santa Maria, Mãe da Igreja” será construído em terrenos doados pela Paróquia de S. Miguel de Palaçoulo, em colaboração com 25 paroquianos e a Junta de Freguesia.

Por agora ainda não é conhecida a data de chegada das Monjas à Diocese de Bragança-Miranda e do lançamento da Primeira Pedra. 

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