Natal é um “encontro gerador de esperança” diz arcebispo de Braga

| 2017-12-21

Aos jovens convida-os “a tomarem em mãos os mais frágeis, aqueles que carecem de pão, de afeto, de habitação e de dignidade”.

O arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga considera que o Natal é um “encontro gerador de Esperança” e por isso, um tempo de “esperança para a humanidade e encontro para as famílias”.

Na sua Mensagem de Natal, o Arcebispo de Braga pede “à sociedade que não desiluda a esperança dos jovens. Não permitamos que o Natal perca o seu encanto, ele possui uma força e uma energia que exigem compromissos reais”.

O arcebispo de Braga afirmou que o Natal é um “encontro gerador de esperança”, ligado à “família”, à “humanidade” e aos jovens, que devem “construir uma sociedade de valores”.

Na Mensagem publicada no canal de Youtube da Arquidiocese de Braga o arcebispo assinala que Natal e esperança estão “intimamente ligados” e é nos jovens que se deposita essa esperança, por isso, “aumenta” a sua responsabilidade em “assumir o compromisso de construir uma sociedade de valores”.

Aos jovens convida-os “a tomarem em mãos os mais frágeis, aqueles que carecem de pão, de afeto, de habitação e de dignidade”.

Neste contexto, revela que sonha com “um encontro, em todos os lares”, capaz de acabar com as violências domésticas, com as dificuldades de convivência, conflitos, divisões e separações, afinal em famílias “devidamente estruturadas, a esperança nunca desvanece”.

A Arquidiocese de Braga, para oferecer essa esperança, criou o Serviço de Apoio à Família: “Que seja procurado pelas famílias que necessitam”, referiu D. Jorge Ortiga.

“O Natal é património da Humanidade, é um evento que nos emociona e que desperta em nós os melhores sentimentos de fraternidade. Bastaria que uma só criança mantivesse viva a crescente expectativa das doze badaladas para que o Natal tivesse razão de existir”, afirma.

 No documento, intitulado ‘Natal, encontro gerador de esperança’, D. Jorge Ortiga assinala que existem “momentos únicos na vida, cheios de mística e de colorido”, que ativam a memória coletiva e pessoal e “as memórias coletivas criam identidade”.

“O Natal é, sem dúvida, um dos momentos mágicos”, observa, realçando que não é uma memória porque continua “vivo e renova a sua vitalidade ano após ano”.

O arcebispo de Braga destaca que a esperança “poderá voltar a sorrir este Natal” se o encontro com Cristo tiver lugar.

(Com Agência Ecclesia) 

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