Papa Francisco denuncia perseguição aos cristãos

| 2017-06-25

Francisco pediu aos Cristãos para que não tenham medo da violência ou da rejeição, e para que não vivam na ilusão de “tranquilidade”

Papa Francisco

O Papa Francisco, na Oração do Angelus, deste domingo, na praça de São pedro, no Vaticano, voltou a denunciar a perseguição contra os cristãos e elogiou o testemunho de Fé que é dado por estas pessoas. E ainda recordou a história do martírio no Leste da Europa.

O Papa adiantou que “Também nos nossos dias a perseguição contra os cristãos está presente. Rezamos pelos nossos irmãos e irmãs que são perseguidos e louvamos Deus porque, apesar disso, continuam a testemunhar com coragem e fidelidade a sua fé”.

Por isso, pediu ara que estes exemplos ajudem os católicos a “não hesitar em tomar posição a favor de Cristo e que testemunhem a sua Fé, corajosamente, nas situações de cada dia.

O Santo Padre afirmou que, nos dias de hoje, o “Senhor envia-nos como sentinelas para o meio das pessoas que não querem ser despertadas do seu torpor mundano, e que ignoram as palavras de verdade do Evangelho, construído as suas próprias verdades efémeras”.

Francisco pediu aos Cristãos para que não tenham medo da violência ou da rejeição, e para que não vivam na ilusão de “tranquilidade” na sua ação missionária porque esta tem de incomodar. E lembrou que “Jesus não nos deixa sós porque somos preciosos para Ele”.

No final da Oração do Angelus o Papa lembrou, às centenas de fiéis, presentes na Praça de São Pedro que hoje, em Vilnius, é beatificado o Bispo Teófilo Matulionis, martirizado na lituânia em 1962, quando iria completar 80 anos de idade.

E prosseguiu dizendo: “Demos graças a Deus pelo testemunho deste acérrimo defensor da Igreja e da dignidade do homem”, e pedindo uma salva de palmas para o novo beato e para “todo o povo lituano”.

A finalizar Francisco também saudou a representação de católicos da Ucrânia e da Biolorrússia, nos 150 anos do aniversário de canonização dw São Josafat, invocando para todos “a coragem do testemunho cristão e o dom da paz para a querida terra ucraniana”.

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