Manchester: número de mortos sobe para 22

| 2017-05-23

Pânico e medo nas ruas de Manchester

A polícia inglesa atualizou os dados e subiu para 22, o número de mortos devido à explosão ocorrida nas imediações do Arena de Manchester, após um concerto de Ariana Grande, na segunda feira à noite.

Theresa May, a primeira-ministra britânica, após uma reunião do gabinete de crise dirigiu-se aos britânicos e revelou que as autoridades acreditam conhecer a identidade do atacante, mas não avançou mais detalhes. A explosão ocorreu logo após o terminus do concerto e as pessoas entraram em pânico. Mas a população mobilizou-se rapidamente no socorro às vitimas, sendo que entre os mortos, e segundo as autoridades, há crianças. As autoridades já classificaram como o maior atentado no reino Unido, desde 2005.

As reações não se fizeram esperar. O Presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa, que está no Luxemburgo está "acompanhar com grande consternação o bárbaro atentado" e numa mensagem enviada à rainha de Inglaterra, manifestou a sua solidariedade "em nome do povo português, em particular para com as famílias das vítimas".

Marcelo também sublinha a importância de uma "Europa unida no combate ao terrorismo e à defesa constante e permanente dos valores da democracia, da promoção da paz e do respeito pelos direitos humanos".

Em Israel, o Presidente dos Estados Unidos condena o atentado, qualificando os responsáveis de "falhados diabólicos".

Cristiano Ronaldo que esteve muitos anos no Manchester deixou uma mensagem na sua página do Instagram: “tão triste ouvir as noticias de Manchester. Os meus pensamentos estão com as famílias e amigos das vitimas”.

Os serviços consulares portugueses já fizeram saber que não há registo de portugueses entre as vítimas.

Entretanto, Ariana Grande suspendeu a tournée mundial. Ainda não há indicações de que o concerto, em Portugal, marcado para 11 de junho seja cancelado.

 

 

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