Pioneiros acampam em Constância

| 2019-03-13

Os escuteiros foram convidados a durante, dois dias e duas noites, a viver o espírito de São Pedro.

O Acampamento Regional da III Secção envolveu 405 pioneiros e 66 dirigentes, em Constância. Estes 405 elementos, correspondem a cerca de 75% do efetivo regional de pioneiros, vindos dos Concelhos de Alcanena, Alcobaça, Batalha, Leiria, Marinha Grande, Ourém, Pombal e Porto de Mós. Os escuteiros foram convidados a durante, dois dias e duas noites, a viver o espírito de São Pedro.

A atividade iniciou-se na sexta-feira à noite com o percurso de autocarro ente Leiria e Constância e posterior largada em nove locais diferentes para início do percurso noturno a pé que levaria os Pioneiros até ao campo. Entre algumas desorientações e sempre com aquele espírito pioneiro, uma a uma, lá chegaram as 66 equipas ao campo antes das duas da manhã. O dia só estaria terminado com a montagem de campo que, como “à noite todos os gatos são pardos”, só na manhã seguinte viria a revelar a engenharia mais ou menos labiríntica da recém construída cidade pioneira deste Acapatrono.

Para o dia seguinte, sábado, estava agendado o encontro com cinco importantes mensagens de S. Pedro, distribuídas por outros tantos marcos geodésicos da região. Com o Patrono a dar uma excelente ajuda, proporcionado um clima a condizer, a partir das 10 da manhã e durante sete horas, de carta topográfica na mão, não faltaram as coordenadas UTM, os azimutes, nem a refrescante travessia de canoa sobre o rio Zêzere.

“Fazendo todos os possíveis por” interpretar a carta militar e resolver os desafios que se lhes colocaram nos pontos onde os Dirigentes, uns mais ansiosos que outros, os aguardavam, a tarde terminaria com o ultimar da construção do pórtico de sub-família, o cozinhar do jantar que teimava em não se cozinhar e a preparação do fogo de conselho.

Como não há acampamento escutista que se prese sem um fogo de conselho a condizer, duas horas de boa disposição e partilha, encabeçadas por dois animadores de se lhe tirar o chapéu, fez-se festa que durou até quase ao início dos primeiros minutos do dia seguinte. Foi claramente um excelente momento de são convívio escutista, transbordante de partilha e boa disposição.

No domingo, entre inspeções de campo e avaliação de pórticos, o tempo passou muito rápido. A Eucaristia, momento vivido de forma intensa, antecipou a desmontagem de campo e a churrascada “fornecida pela organização” que iniciou a contagem decrescente para o regresso a casa que só teria lugar após a avaliação da atividade e a revelação das equipas que mais se destacaram.

Às 16:00, no local marcado e hora definida lá estavam os fiéis autocarros prontos a assegura o regresso a casa. E ala que se faz tarde, porque amanhã é dia de teste a matemática (ou outra qualquer disciplina da preferência da rapaziada).

(Texto e fotos de Bruno Mendes)

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