Presidente da República condecorou cónego João Seabra

| 2019-02-01

Marcelo Rebelo de Sousa elogiou homem apaixonado pela Educação

Foto: Presidência da República

O presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa condecorou esta terça-feira o cónego João Seabra com o grau de Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, numa cerimónia que decorreu no Palácio de Belém.

“Foi líder de um movimento que, embora com grande projeção na juventude, depois, foi tendo uma projeção intergeracional progressiva, um dos movimentos com maior eco na juventude na área cristã, trazido para Portugal nas últimas décadas e que explica o porquê de haver aqui uma junção de portugalidade e de vocação universal”, disse o chefe de Estado.

O cónego João Seabra, amigo de infância do presidente da República, foi apresentado como um apaixonado pela Educação e pela juventude, com referência particular à sua experiência como assistente nacional do Movimento Comunhão e Libertação.

“Portugal esteve centro dessa ação educativa e dessa aproximação aos jovens, mas não um Portugal fechado, um Portugal aberto, próprio da expressão muito específica da vivência de uma das realidades que têm a ver com a história do país. É um país riquíssimo nas suas expressões culturais e civilizacionais, mas em que a componente cristã teve, tem e terá uma componente apreciável, e essa componente é inseparável da portugalidade e de uma vocação universal”, sublinhou o presidente da República, citado pela Rádio Renascença.

João Maria Félix da Costa Seabra nasceu em Lisboa, em 1949; licenciou-se pela Faculdade de Direito de Lisboa e entrou para o Seminário dos Olivais em 1973, fez a licenciatura em Teologia na Universidade Católica Portuguesa e em Direito Canónico, na Universidade de Salamanca.

Ordenado sacerdote a 5 de novembro de 1978, pelo cardeal D. António Ribeiro, foi capelão da Universidade Católica, pároco em Santos-o-Velho e na igreja de Nossa Senhora da Encarnação, no Chiado.

A Ordem do Infante D. Henrique destina-se a distinguir pessoas que tenham prestado serviços relevantes a Portugal, no País e no estrangeiro, assim como serviços na expansão da cultura portuguesa ou para conhecimento de Portugal, da sua História e dos seus valores.

(Agência Ecclesia/OC)

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